Novas disposições sobre aplicação do regime
  • 17.02.2016
  • sheyla santos
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Por Alécio Ciaralo   Como funciona a substituição tributária nas operações a partir de janeiro, inclusive nas operações com optantes do simples nacional   Em agosto de 2014, foi publicada a Lei Complementar nº 147/2014, alterando a LC nº 123/06 a fim de inserir novas disposições sobre a aplicação do regime de substituição tributária nas operações com contribuintes optantes pelo Simples Nacional. Em síntese, a referida norma listou as mercadorias que podem ser submetidas ao regime de substituição tributária, tributação concentrada e de recolhimento antecipado do ICMS nas operações com optantes pelo Simples Nacional. Até então, os Estados incluíam mercadorias do regime ao seu exclusivo critério. As disposições da LC 147 somente entrariam em vigor em 1º de janeiro de 2016, depois de publicado um convênio celebrado entre os Estados e de ouvidos os representantes dos segmentos econômicos envolvidos. Em 20/8/2015, foi publicado o Convênio ICMS nº 92/15, posteriormente modificado pelos Convênios ICMS Nº 139/15 e nº ...

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Temas de alta complexidade
  • 13.12.2015
  • sheyla santos
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  Contribuições para o PIS e a COFINS, suas discussões judiciais e a questão do crédito sobre as despesas financeiras Voltamos a um tema já abordado em edição anterior. O contexto é o mesmo. Cenário econômico e político conturbado, elevação da carga tributária com fundamento no chamado ajuste fiscal e as decorrentes discussões judiciais travadas com o fisco. Por outro lado, e igualmente em um artigo que já publicamos, tratamos do restabelecimento das alíquotas do PIS e da Cofins sobre as receitas financeiras de empresas não financeiras sujeitas ao regime não cumulativo das contribuições. Não pretendemos voltar a discutir a legalidade do decreto que reinstituiu as alíquotas das referidas contribuições, a qual já comporta discussão própria, mas sobre o que se noticia diante da impossibilidade/possibilidade de tomada de credito sobre as despesas financeiras. São questões distintas, e nem precisaremos dizer que a discussão exerce grande impacto financeiro. É preciso lembrar que a Lei nº ...

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Programa Especial de Parcelamento (PEP DO ICMS).
  • 02.12.2015
  • sheyla santos
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por Dr Alécio Ciaralo   O Estado de São Paulo, por meio do Decreto nº 61.625/2015, institui o Programa Especial de Parcelamento (PEP do ICMS), com o propósito de possibilitar aos contribuintes a quitação de seus débitos de ICMS. Nos termos do referido decreto, poderão ser incluídos no PEP os débitos tributários de ICM/ICMS, constituídos ou não, inclusive os inscritos em Dívida Ativa, ajuizados ou a ajuizar, em razão de fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2014. Também poderão ser incluídos no PEP débitos de Simples Nacional e saldo de parcelamentos anteriores, a exemplo dos PEPs de 2012 e 2014. Ademais, depósitos judiciais, que garantem débitos incluídos no parcelamento, poderão ser abatidos do valor a ser pago, desde que não tenha havido decisão final favorável à Fazenda. Os contribuintes que optarem por aderir ao PEP podem parcelar seus débitos em até 120 prestações, com redução do valor de juros e multa. Vejamos quadro ...

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Mudanças no ambiente fiscal: As principais alterações tributárias que ocorreram neste ano em consequência do clima político e econômico brasileiro
  • 13.11.2015
  • sheyla santos
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Por causa da instabilidade econômica e política que vem se agravando no País desde o fim de 2014, o cenário fiscal sofreu grandes mudanças no ano corrente, advindas dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. O principal agente causador dessas alterações foi o Poder Executivo. Em janeiro, o Decreto nº 8.393/15 equiparou os estabelecimentos atacadistas a industriais para efeito de incidência do Imposto sobre produto Industrializado (IPI) no setor de cosmético. Esse fato levou os contribuintes a discutirem a norma no Judiciário, onde há notícias de vitória nas decisões. Também nesse mês, a Lei nº13.097/15 introduziu o tratamento tributário diferenciado do PIS/Cofins e IPI para bebidas frias, entre outras alterações. Logo em seguida, foi publicada a MP 668/2015, que elevava as alíquotas do PIS/Cofins importação de 9,25% para 11,75%, limitando o credito respectivo a 9,25%. Além disso, a referida MP majorou as alíquotas do PIS/Cofins incidentes na importação de produtos farmacêuticos de 12 % ...

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Questão controversa
  • 20.10.2015
  • sheyla santos
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Aumento do Imposto de Renda sobre o Ganho de Capital é um desestímulo às operações de compra e venda de empresas No atual cenário econômico recessivo, em que os economistas discutem qual modelo deverá ser seguido pelo País, eles sugerem que se faça a redução de despesas por meio de ajuste fiscal ou que se estimule a economia por meio da redução dos juros. Isso, segundo eles, estimulará o consumo e o impulsionará, gerando emprego e impostos. Porém, o governo adota uma postura que não segue nenhuma das duas correntes: ele, simplesmente, aumenta os impostos. Com esse objetivo, vislumbrando um cenário econômico em que a moeda brasileira tem seu valor dilapidado. E tornando os ativos nacionais bem mais baratos aos olhos dos investidores estrangeiros, o governo aumentou o Imposto de Renda sobre o ganho de capital auferido pelos contribuintes nacionais. De fato, com o aumento do dólar frente ao real, o mercado de ...

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O problema da tributação para o PIS e a COFINS
  • 15.10.2015
  • sheyla santos
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  Entender o conceito e a natureza jurídica das bonificações é o desafio a ser vencido   Neste artigo, voltamos a um tema já abordado nesta coluna em outra oportunidade. O contexto é o do aumento de tributos. O desafio a ser vencido é o de compreender o conceito e a natureza jurídica das bonificações. Foram restabelecidas as alíquotas da contribuição para o PIS e a Cofins sobre receitas financeiras no regime não cumulativo para o percentual de 4,65%, em virtude da publicação do Decreto nº 8.426/15.  É preciso lembrar que até o restabelecimento da alíquota, as contribuições incidentes sobre receitas financeiras estavam reduzidas a zero (por força de decreto). De modo geral, estão sujeitas ao regime não cumulativo do PIS/Cofins as empresas tributadas pelo IRPJ e pela CSLL no regime do lucro real. Por exemplo, sujeitam-se ao lucro real, entre outras, as empresas que têm faturamento superior a 78 milhões de reais por ...

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