A inclusão do RCA no Simples Nacional
  • 02.09.2014
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Com a publicação da Lei Complementar nº 147, de 8 de agosto de 2014, permitiu-se a inclusão da atividade de representação comercial no regime simplificado de tributação. É a chamada Universalização do Simples Nacional, que altera a atual sistemática para prever que a opção pelo regime deve ter como base apenas o faturamento e não mais a atividade realizada, salvo algumas exceções. A partir de janeiro de 2015, o Simples Nacional terá como critério de adesão o porte e o faturamento da empresa, deixando em segundo plano a atividade exercida. Importa relembrar que antes não podiam participar empresas prestadoras de serviços decorrentes de atividade intelectual, de natureza técnica, científica ou desportiva. Com a mudança, profissionais como médicos, advogados, jornalistas, representantes comerciais e outros profissionais de várias atividades do setor de serviços passarão a ser contemplados pelo regime simplificado. A inclusão da representação comercial autônoma no rol das atividades passíveis de inclusão no ...

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Novidades na inclusão de débitos fiscais
  • 03.08.2014
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Como foi amplamente noticiado há pouco tempo, a Lei no 12.996/2014 prorrogou até 29 de agosto de 2014 o prazo para adesão ao Refis da crise, além de permitir a inclusão, nesse programa, dos débitos vencidos até 31 de dezembro de 2013 (antes disso, apenas os débitos vencidos até 30 de novembro de 2008 eram permitidos). A Lei trouxe uma novidade, a de prever que, em caso de opção, o contribuinte deverá antecipar 10% do valor total devido quando o montante da dívida for de até um milhão de reais, e 20% quando superar esse montante, sendo que as antecipações poderão ser pagas em até cinco parcelas iguais e sucessivas, a partir do mês do pedido de parcelamento. Diferentemente do parcelamento concedido em 2009 e das reaberturas instituídas pelas Leis nos 12.865/2013 e 12.973/2014, desta vez não haverá modalidades de parcelamento distintas em função de os débitos já terem ou não sido anteriormente ...

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Cenário econômico X planejamento tributário
  • 03.07.2014
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Escrevi este artigo há quase cinco anos, no auge da crise mundial do sub-prime, e vejo que o mesmo, com algumas poucas adaptações, continua atual. Este é o País em que vivemos. O Brasil, nos anos mais recentes, enfrenta um cenário econômico preocupante, formado pelo tripé dos juros altos, inflação de serviços e preços públicos fora de controle, com queda do superávit. Isso tudo, além da redução dos investimentos por parte do setor industrial e agora, em maio de 2014, aumento do índice de desemprego Os economistas discutem e preveem que o segundo semestre deste ano poderá ser ainda mais difícil e, portanto, o crescimento do PIB (e o da economia) será menor que o de 2013. Também há o problema do endividamento das famílias brasileiras versus inadimplência e o limite do potencial de consumo por essas famílias. Por outro lado, o Estado brasileiro continua grande demais e as despesas públicas só ...

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Revisão fiscal
  • 03.06.2014
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O atendimento da legislação tributária continua sendo um desafio para os empresários e para os departamentos fiscal, contábil e pessoal das empresas. Na maioria das vezes, pequenos erros de classificação ou enquadramento fiscal só são identificados mais adiante, quando são iniciados procedimentos de fiscalização pelas Fazendas Federal e Estadual, e já não há espontaneidade fiscal e a imposição de severas penalidades acompanhadas da cobrança de tributos e dos acréscimos legais é inevitável. A revisão fiscal tem se mostrado eficiente na medida em que submete à análise e ao cruzamento de informações fiscais e contábeis incidentes e respectivas alíquotas, em cumprimento das obrigações acessórias, notadamente com foco nos tributos que mais impactam a carga tributária das empresas: as contribuições sociais denominadas PIS e Cofins, os impostos ditos indiretos ICMS e IPI e os tributos diretos que impactam o resultado das empresas, o IRPJ e a CSLL. Tudo isso a fim de validar ...

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SCP ou SPE? Qual é a melhor alternativa?
  • 03.05.2014
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Por Grazziella Mosareli Kayo A legislação brasileira oferece algumas estruturas para dar vida à união de esforços de diferentes pessoas, sejam elas físicas ou jurídicas, nos Empreendimentos Imobiliários. No âmbito societário, as formas mais utilizadas são a Sociedade em Conta de Participação (SCP) e a Sociedade de Propósito Específico (SPE). A SCP é alternativa quando há, de um lado, um empresário detentor do know how de construção ou loteamento, mas sem a disponibilidade de todos os recursos necessários, denominados Sócios Ostensivos, e de outro lado, investidores interessados em participar do resultado do empreendimento sem tomar parte, em nenhum sentido, na sua gestão e sem assumir nenhum risco adicional além do capital investido, denominados Sócios Ocultos ou Participantes. O Sócio Ostensivo é, portanto, quem conferirá de fato concretude ao objeto social da SCP, pois é quem terá a incumbência de executá-lo contraindo obrigações perante terceiros em seu nome individual e sob sua própria e ...

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Assunto de grande alcance : a não incidência da contribuição previdenciária sobre verbas trabalhistas não salariais e indenizatórias
  • 03.04.2014
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A exclusão das verbas trabalhistas de natureza não salarial e indenizatória do salário-contribuição para fins de cálculo das contribuições previdenciárias está gerando discussões de grande repercussão para as empresas. Há na legislação brasileira dois sistemas de proteção ao trabalhador: o impeditivo da despedida e o da reparação econômica, que prevê o pagamento de indenização pecuniária ao trabalhador. Quanto ao sistema de reparação econômica, é preciso saber que a indenização trabalhista é um pagamento realizado pelo empregador ao empregado quando esse é dispensado sem justa causa, visando recompensá-lo pela perda do emprego. Também há hipóteses que consideram o fato de que o trabalhador interrompe sua atividade laborativa durante um certo lapso temporal por motivos outros que não a dispensa, tais como durante o gozo de férias e o período de licença maternidade. Há também situações que, por questões adversas (condições insalubres, carga horária superior à prevista, trabalho durante o período noturno, etc.), demandam o ...

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